Emissor de nota fiscal do Sebrae: quando ele já basta
Ele é gratuito, funciona e resolve para muita gente — inclusive para quem talvez esteja lendo isto. Esta página diz quando ele é suficiente e em que ponto ele passa a fazer falta, sem torcer nada para o nosso lado.
É uma ferramenta gratuita mantida pelo Sebrae para pequenos negócios emitirem documentos
fiscais eletrônicos. Deixou de ser o antigo programa que se instalava no computador e hoje
funciona pelo navegador, em
emissornfe.sebrae.com.br.
Além de emitir a nota, ele guarda o cadastro dos seus produtos, dos seus clientes e
fornecedores, e oferece um controle de estoque. Como qualquer emissor de NF-e, exige
certificado digital A1 ou A3 em nome da empresa — exigência da SEFAZ, não da ferramenta.
Estas informações são de agosto de 2026 e vêm do material oficial do
Sebrae. Ferramenta de terceiro muda sem avisar ninguém — antes de decidir, confira no
site do próprio Sebrae. Se você encontrar algo diferente do que está escrito aqui, avise a gente que corrigimos.
Fique com o Sebrae
Quando o emissor do Sebrae já resolve
Se a sua situação está descrita abaixo, a resposta honesta é: continue com ele. Não há
motivo para pagar mensalidade por algo que você já tem de graça e funcionando.
Você só precisa emitir a nota, e emite poucas por mês.
Seu controle de estoque cabe no que a própria ferramenta do Sebrae já faz.
Você não vende no balcão com caixa aberto o dia inteiro.
Você não trabalha com prazo, boleto ou cobrança a receber.
Você não tem entregas para organizar em rota.
Em que ponto ele deixa de bastar
Um emissor fiscal faz uma coisa e faz bem: emitir o documento. O que segue são operações que acontecem antes e depois da nota — e é onde um sistema completo passa a fazer diferença.
Quando você vende no balcão
Frente de caixa é outro tipo de tela: leitura de código de barras, troco, PIX e cartão, sangria e fechamento no fim do dia. Emitir uma nota por vez não dá conta de um caixa com fila — e o nosso plano gratuito já vem com um caixa.
Quando a venda é a prazo
Nota emitida não é dinheiro na conta. Se você vende para receber depois, precisa saber quem está devendo, o que vence hoje e gerar o boleto — e isso não é função de um emissor fiscal.
Quando o pedido vem antes da nota
Orçamento, pré-venda, preço diferente por cliente e comissão de vendedor acontecem antes de existir nota. Sem isso, tudo isso vive numa planilha paralela que ninguém confere.
Quando existe entrega para organizar
Montar carga, traçar rota, imprimir romaneio e confirmar a baixa na porta do cliente é operação de logística, não de emissão. É o que o ErpAI faz depois que a nota sai.
Lado a lado
Duas ferramentas com propósitos diferentes. A comparação só faz sentido se você precisar
do que está nas linhas de baixo.
Recurso
Emissor do Sebrae
ErpAI
Preço
Gratuito
Grátis até 20 notas por mês; 500 por R$ 49,00/mês
Emissão de NF-e
Sim
Sim, até 500 por mês no plano de R$ 49,00
Cupom fiscal (NFC-e)
—
Sim, dentro do mesmo teto mensal
Certificado digital exigido
Sim (A1 ou A3)
Sim (A1 ou A3)
Cadastro de produtos e clientes
Sim
Sim
Controle de estoque
Sim
Sim, com custo e lotes
Pedido de venda e orçamento
—
Sim
Tabela de preço por cliente
—
Sim
Frente de caixa (PDV)
—
Sim, com um caixa; vários no sistema de Logística
Contas a receber e boleto
—
Sim, no sistema de Logística
Cargas e roteirização
—
Sim, no sistema de Logística
Nota de serviço (NFS-e)
Consulte o Sebrae
Sim, pelo padrão nacional (confira a sua cidade)
Comparativo de agosto de 2026. O traço significa que a ferramenta não se propõe a fazer
aquilo — não é defeito, é escopo.
Perguntas que aparecem nessa hora
Inclusive a incômoda, que a gente preferiu responder em vez de fingir que não existe.
O emissor do Sebrae é realmente gratuito?
É. O Sebrae disponibiliza a ferramenta sem custo para todo o Brasil, na plataforma emissornfe.sebrae.com.br. Não temos nenhum interesse em dizer o contrário: se ele resolve o seu caso, use — você economiza R$ 49,00 por mês e nós preferimos não ter um cliente insatisfeito pagando por algo que não precisava.
Preciso de certificado digital nos dois?
Precisa, e não tem como fugir disso. O certificado A1 ou A3 é exigido pela própria SEFAZ para assinar a nota — não é uma escolha do Sebrae nem nossa. Ele é emitido em nome da sua empresa por uma autoridade certificadora, e custa em geral entre R$ 120,00 e R$ 250,00 por ano, à parte de qualquer sistema.
Dá para usar os dois ao mesmo tempo?
Tecnicamente sim, mas raramente vale a pena. A numeração da nota é sequencial por série, e emitir do mesmo CNPJ em dois lugares diferentes é a receita para furo de numeração e dor de cabeça com o contador. Se for testar, use séries diferentes e converse com quem cuida da sua contabilidade antes.
Se eu mudar, perco as notas que já emiti?
Não. As notas autorizadas ficam guardadas na SEFAZ, e o XML de cada uma é seu — dá para baixar do emissor que você usava. O que não migra automaticamente é o cadastro de produtos e clientes, que precisa ser recadastrado. A gente ajuda nessa parte pelo WhatsApp.
Por que vocês estão falando bem de um concorrente?
Porque é verdade, e porque a alternativa seria pior para nós. Quem chega aqui procurando o emissor do Sebrae já conhece a ferramenta — inventar defeito só faria você desconfiar do resto da página. Preferimos que você assine o ErpAI quando tiver um motivo concreto, e não porque leu uma comparação torta.
Se for o seu caso, comece de graça
O plano gratuito do ErpAI não expira e não pede cartão. Cadastre seus produtos e veja se o sistema resolve o que o emissor não resolve — e se não resolver, você não perdeu nada.